terça-feira, 2 de outubro de 2012
sábado, 29 de setembro de 2012
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
sábado, 22 de setembro de 2012
MAPA DE BICICLETAS
Internauta:
Esse
fim de semana se comemora o dia mundial sem carro. Não sei exatamente o dia, se
22, 23 ou outro qualquer. O que importa?
Estivemos
na sexta-feira no lançamento do mapa das ciclovias cariocas. Foi em Copacabana,
no quiosque da Riotur. Assim, que chegamos ao evento – de bicicletas – fomos informados
que nossa presença não seria possível, tendo em vista tratar-se de um evento oficial
da Prefeitura e nós somos candidatos.
Sim,
a gente entendeu, nos afastamos do local. Logo a seguir nos pediram para ficarmos
mais longe, atendemos de novo. Para nossa surpresa, mais uma vez solicitaram
que deveríamos ficar mais longe ainda. Ora, é claro que estávamos incomodando
alguém da organização do evento. Mas para não criar um clima ruim. Decidimos
fazer nossa campanha como sempre fazemos: pedalando.
O
Prefeito Eduardo Paes não apareceu. Por sinal não o encontramos na Zona Sul
nessa campanha. Não sabemos se veio ou não por aqui, o que dizemos é que não o vimos
uma vez sequer.
O fato
que chamou a atenção é que nenhum participante da organização do evento chegou de
bicicleta. Ora, o incentivo é para os outros pedalarem? Não deveríamos começar
dando o exemplo?
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
RETA DE CHEGADA
Internauta:
A campanha está chegando ao final. Após, quase quatro meses
(pré-campanha) o cansaço começa a chegar. Andamos uma média de 70km de
bicicleta por dia, do Leblon à Praça Máua. A recepção do povo tem sido
espantosa.
Mas agora é a reta final. Vamos partir para o corpo a corpo mais intenso. Vamos descer
das bicicletas e falar sobre o que significa nossa proposta. Nem todos entendem
o conceito de modo claro.
Pedalar, andar de bicicleta é algo simples quando feito por
uma pessoa. Mas pretender colocar toda a Cidade nesse movimento não é
exatamente uma tarefa fácil de conseguir.
Precisamos elaborar políticas públicas. Com seus objetivos
explicitados bem como suas metas quantificadas e estabelecidas no tempo. Há que
se ter uma previsão orçamentária. O que por si só já é um grande problema.
Ou seja, o que pretendemos é bem mais que fazer ciclovias.
Precisamos sensibilizar a população para a necessidade de racionalizar o uso do
automóvel. Sem com isso interferir na indústria do setor. Do mesmo modo com as
concessionárias de transportes públicos.
A educação do povo de nossa cidade para o uso da bicicleta
como meio de transporte é essencial. Não podemos ver a bicicleta como um empecilho
ao trânsito. Cada bicicleta usada é um carro em potencial a menos.
É isso e muito mais.
Carlos Pedala. Pedala com você.
domingo, 16 de setembro de 2012
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
POLÍTICA PÚBLICA
Internauta:
A
campanha está chegando à reta final. Vislumbramos que existe uma confusão entre o papel
do vereador e do prefeito. Alguns eleitores confundem as funções. Exigem que o candidato a vereador coloque proposta de realizações que seriam mais próprias do Poder
Executivo.
Defendemos
a seguinte proposta: “Transformar a Cidade do Rio de Janeiro em um lugar
agradável ao ciclismo.” É uma formulação ideológica. Embora andar de bicicleta
seja realmente uma coisa simples individualmente, quando transferimos para a
massa, torna-se um pouco mais complexa.
Quem
é ciclista profissional, principalmente se esportista, deveria já estar
familiarizado com o tema. Ora, a Rio+20 foi ontem (sentido figurado). Os temas:
sustentabilidade, diminuição da emissão de gases tóxicos, transportes
alternativos, mobilidade urbana etc. Deveriam ser de fácil assimilação por
todos. Porém, não é o que acontece.
Percebemos
que diversas pessoas querem que articulemos propostas concretas. Tais quais: manutenção
de trechos da malha cicloviária existente, interligação de trechos, iluminação,
resolução de problemas específicos de ocupação indevida das vias, criação de
ciclofaixas e ciclorrotas e etc.
Talvez
elas não estejam integradas de fato com o assunto. E tenham interesse em
conhecer as possibilidades. Todavia, devido ao entendimento do papel do vereador, não
pensamos em especificar tais problemas. Não por desconhecê-lo de todo, embora
saibamos que temos muito a aprender. Mas por não entender que eles seriam meramente
exemplificativos.
Quando
falamos em defender o ciclismo, sabemos que já existe uma política municipal em
andamento para tal (se é boa ou não é outra história). Precisamos estar integrados totalmente nas ações
especificas existentes para que, a partir delas, consigamos, ouvindo os
diversos setores da sociedade diretamente interessados, propor soluções que
colaborem de fato na consecução de nossos objetivos.
Senão estamos praticando um discussão vazio e meramente eleitoreiro. Ganhar a eleição é importante, contudo, o mais importante é levar adiante a ideia.
Senão estamos praticando um discussão vazio e meramente eleitoreiro. Ganhar a eleição é importante, contudo, o mais importante é levar adiante a ideia.
É
isso.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
RIO CIDADE DE CICLISTAS
Internauta:
O
tempo tem colaborado com nossa campanha. Os dias de sol favorecem a pedaladas
pela Cidade. Conseguimos atingir um relativo grau de conhecimento dos
eleitores.
Agora
é hora de demonstrarmos de fato quem somos. Não estamos apenas brincando, não inventamos
um personagem apenas. Temos uma proposta bem construída.
“Fazer
do Rio de Janeiro uma Cidade amigável aos ciclistas.” Mas o que isso significa
na prática? Ora, o primeiro sentido da proposta é podermos nos deslocar pela
cidade inteira, em segurança e com conforto.
Alguns
amigos ainda não entenderam que nossa mensagem é uma só: Pedalar. Convidamos
todos a fazer esse exercício. Eles pedem que façamos propostas mais concretas.
Tal qual a criação de ciclovias, a ligação das ciclovias já existentes a
outras, a melhoria de determinado trecho, a criação de ciclofaixas em tais e
tais lugares.
Entendemos
as demandas especificas, já tivemos a oportunidade de conversas com moradores
de determinadas localidades e chegou-nos ao conhecimento outras. Tais como: o
movimento pela ciclovia em Laranjeiras-Cosme Velho, a ligação via ciclovia do
Rio das Pedras ao Centro da Freguesia em Jacarepaguá e a implantação de
ciclovia na Avenida Brasil.
É,
caro eleitor, essas demandas existem. Umas mais consolidadas em movimento
organizados e outras ainda na fase do “seria legal.” Ah, quase esquecemos.
Existe ainda um sonho antigo de transformar a linha de trem que liga a Central
do Brasil a Deodoro em Metrô, aproveitando-se do espaço da superfície para a criação
de vias e ciclovias e acabando com a separação de vários bairros pelos trilhos.
A
gente promete estudar e contribuir no que for possível para que essas ideias
sejam efetivadas. Uma vez que todas estão contidas na proposta: “Rio Cidade de
ciclistas.”
domingo, 9 de setembro de 2012
sábado, 8 de setembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
A GUETIZAÇÃO DOS CICLISTAS DE PORTO ALEGRE
A guetização dos ciclistas de Porto Alegre
Daniel Cunha
Daniel Cunha
Publicado originalmente em www.vadebici.wordpress.com
As obras de
engenharia e de arquitetura, mais do que estruturas e construções, sempre
deixam as marcas de sua intenção em seu resultado final. O caso da estrutura
cicloviária de Porto Alegre oferece um claro exemplo disso. Tomemos a ciclovia
da avenida Ipiranga. Ela foi construída fora do leito da pista, sobre o talude
que margeia o Arroio Dilúvio. Por isso, há obstáculos na pista, como postes de
energia elétrica, que causam estrangulamentos na faixa de circulação. Ela está
localizada embaixo de fios elétricos de alta tensão. Há cercas de ambos os
lados da ciclovia, que a isolam e dificultam o acesso. Por fim, conforme prevê
o projeto, será necessário trocar de lado na avenida cinco vezes ao longo do
trajeto. Em termos de trânsito de bicicletas, seria difícil imaginar algo pior
do que isso. De fato, o que se aterializa neste projeto é a clara intenção, não
de facilitar o tráfego de ciclistas, mas de afastá-los do leito da pista para
que os automóveis possam trafegar sem precisar compartilhá-la. A bicicleta é claramente
tratada como um problema, um incômodo a ser "gerenciado" e apartado.
Em suma, um verdadeiro gueto para confinar os párias que ousam fugir à norma do
transporte individual motorizado-poluidor.
Analisemos agora as
novas ciclovias cuja concepção inicial de projeto foi apresentada recentemente
em reunião com a comunidade na Cidade Baixa. Na Loureiro da Silva, propõe-se
construí-la junto ao canteiro central, justamente o local de pior acesso, que
isola os ciclistas. Na José do Patrocínio, propõe-se uma ciclovia bidirecional,
o que aumenta muito o risco de acidentes, além de provavelmente restringir o
espaço potencial para bicicleta. Na Érico Veríssimo, a proposta é fazer a
ciclovia sobre o canteiro central, embretada em meio às árvores. Mais uma vez, a
bicicleta é tratada como um problema a ser gerenciado, os ciclistas são
espremidos e jogados sobre terrenos improváveis, para que os veículos
motorizados possam se deslocar sem ser importunados em seu sagrado
deslocamento. As soluções óbvias - ciclovia na margem da pista na Loureiro da
Silva, duas ciclovas unidirecionais na José do Patrocínio e na Lima e Silva e
ciclofaixa no leito da pista na Érico Veríssimo - não são cogitadas.
Conforme o
arquiteto que apresentou as propostas da prefeitura, é preciso haver
"tolerância" para com o trânsito de bicicletas. Trata-se de discurso
que apenas confirma o processo de guetização dos ciclistas. Ou alguém imagina
que o movimento feminista reivindica que as mulheres sejam
"toleradas" pelos homens? Ou que os movimentos antirracistas demandem
que os negros sejam "tolerados" pelos brancos? "Tolerância"
pressupõe a reprovação. De fato, as ciclovias construídas e projetadas pela
prefeitura são monumentos à "tolerância": toleramos os ciclistas,
desde que estejam fora do nosso caminho, apartados do espaço onde circulamos,
espremidos em guetos. Elas são o registro físico, na forma de obras de
engenharia, da opção política incondicional da prefeitura de Porto Alegre: a
prioridade absoluta e intocável da circulação de automóveis - a mais
insustentável forma de transporte urbano - sobre as demais formas de locomoção.
Enquanto esta política não for modificada, não haverá uma única ciclovia
decente nesta cidade.
O que os ciclistas
de Porto Alegre querem não é "tolerância". Não queremos ser
"tolerados" pelo prefeito, pelo presidente da EPTC ou pelos
motoristas. Não queremos pedalar em guetos que eles chamam de
"ciclovias". O que queremos é respeito e dignidade.
POLÍTICA
Internauta:
A
campanha continua firme. Alguns percalços no caminho, naturais em qualquer
empreendimento. Nas ruas as pessoas já nos são familiares. A segunda fase já
está chegando ao final. Agora, é o corpo-a-corpo. Vamos olhar nos olhos do
eleitor.
Recebemos
várias criticas sobre o que falamos e o que deveríamos falar. Ou sobre esse ou
aquele tópico. Todas são bem vindas. O problema é que algumas vezes as pessoas
se excedem. Elas de um modo geral não veem os políticos com bons olhos. E
querem que você pague pelo erro de outros. Não achamos isso justo.
Outra
coisa que parece não entenderem muito bem é a função do vereador. Até mesmo
pessoas mais esclarecidas. Elas querem promessas concretas, querem que nós
façamos promessas de realizações. Esperam que saibamos tudo sobre o mote de
nossa campanha. No caso o ciclismo. E todos os seus problemas.
Ora,
eleitor. Nós somos políticos. Defendemos uma plataforma política. É impossível que
dominemos todos os assuntos e saibamos de antemão qual são todas as demandas
que o ciclismo tem em nossa Cidade.
A
gente não está aqui para passar de sabidões e cheios de propostas e respostas
prontas. Não é essa nossa ideia. A gente tem uma ideia geral que é: tornar a
cidade mais amigável aos ciclistas.
O
ciclismo tem diversas modalidades. Não somos atletas. Vamos trabalhar
diretamente na questão da mobilidade urbana. É esse o principal foco. É
claro que estamos abertos ao diálogo com todos. Precisamos ouvir, conversar,
estudar, procurar saber as dificuldades não só da população como da própria
Administração Pública.
Infelizmente,
não existem soluções mágicas. Sabemos disso e sabemos as dificuldades que
existem para passar da ideia à prática. É isso.
Carlos
Pedala. Pedala com você.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
LIBERDADE DE EXPRESSÃO E OPINIÃO
Internauta:
Sou
candidato ao carto de vereador na Cidade do Rio de Janeiro. Minha proposta é
simples: trabalhar para tornar a Cidade amigável ao ciclista.
Venho
recebendo diversas críticas por isso. Seja pelo fato da ideia ou por apoiar o candidato
à reeleição Prefeito Eduardo Paes. Moro na Zona Sul do Rio, onde o candidato em
segundo lugar nas pesquisas tem seu maior reduto eleitoral.
Não
me importo com as críticas quando educadamente formuladas. Mas não me calo
diante de pressões ou qualquer tipo de agressão a mim e as pessoas às quais
estou ligado. Tenho recebido agressões verbais e xingamentos. Ora, você que age assim, não está a favor do bem? Do
candidato bonzinho? Como podem tratar o outro de forma tão violenta e
grosseira? Apenas porque ele não comunga das suas ideias políticas.
O mesmo
acontece com alguns defensores do ciclismo. Dizem que sou oportunista e não
entendo nada de ciclismo. Ora, eu não sou atleta. Não estou defendendo a
bandeira do esporte em si. Embora entenda que o mesmo deva ser incentivado.
Participei
de alguns eventos como mero expectador e vi que havia mais atletas do que
público. Quando procuro divulgar minha candidatura através das mídias sociais
(Facebook), nos grupos existentes. Dizem que não posso postar minhas ideias e
divulgar minha candidatura, pois se trata de um lugar exclusivo para falar de
ciclismo. Pô, agora começo a entender porque esporte não atinge as massas.
Ora,
se venho com uma plataforma política defendendo a divulgação do ciclismo como
fator de mobilidade social, no qual o esporte exerceria um forte destaque de
divulgação da ideia. Como posso ser tratado dessa forma?
Falar
que o Facebook não é lugar para política. Dizer que todos políticos são iguais.
Não sei, mas acho que isso não vai contribuir para nada.
Talvez
fosse melhor defender a liberdade de expressão e opinião política.
Carlos
Pedala. Pedala com você.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
JULIEN ASSANGE
Discurso de
Julien Assange, na embaixada do Equador, Londres.
Falo daqui, porque não posso estar mais perto
de vocês. Obrigado por estarem aí.
Obrigado pela coragem de vocês e pela generosidade de espírito.
Na noite de 4ª-feira, depois de essa embaixada ter recebido uma ameaça, e de a polícia ter cercado o prédio, vocês vieram para cá, no meio da noite, e trouxeram, com vocês, os olhos do mundo.
Dentro da embaixada, durante a noite, eu ouvia os policiais andando pelas entradas de incêndio do prédio. Mas sabia que, pelo menos, havia testemunhas. Isso, graças a vocês.
Se o Reino Unido não pisoteou as convenções de Viena e outras, foi porque o mundo estava atento e vigilante. E o mundo estava vigilante, porque vocês estavam aqui.
Por isso, da próxima vez que alguém lhes disser que não vale a pena defender esses direitos tão importantes para nós, lembrem a eles dessa noite de vigília, tarde da noite, na escuridão, à frente da Embaixada do Equador. Façam-nos lembrar como, pela manhã, o sol raiou sobre um mundo diferente, quando uma valente nação latino-americana levantou-se em defesa da justiça.
Agradeço ao bravo povo do Equador e ao presidente Correa, pela coragem que manifestaram, ao considerar o meu pedido e ao conceder-me asilo político.
Agradeço também ao governo e ao ministro do Exterior do Equador Ricardo Patiño, que fizeram valer a Constituição do Equador e sua noção de cidadania universal, na consideração que deram ao meu caso.
E ao povo do Equador, por apoiar e defender sua Constituição. Tenho uma dívida de gratidão também com o pessoal dessa embaixada, cujas famílias vivem em Londres e que me manifestaram gentileza e hospitalidade, apesar das ameaças que todos eles receberam.
Na próxima 6ª-feira, haverá reunião de emergência dos ministros de Relações Exteriores da América Latina em Washington, DC, para discutir essa nossa situação. Sou extremamente grato ao povo e aos governos de Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador, Honduras, México, Nicarágua, Peru, Venezuela e a todos os demais países da América Latina que defenderam o direito de asilo.
Ao povo dos EUA, Reino Unido, Suécia e Austrália, que me deram apoio e força, mesmo quando seus governos me negavam qualquer direito. E às cabeças mais arejadas de todos os governos, que ainda lutam por justiça: o dia de vocês raiará.
À equipe, apoiadores e fontes de Wikileaks, cuja coragem, compromisso e lealdade foram sem iguais.
Minha família e meus filhos, que vivem sem pai, perdoem-me. Logo estaremos novamente reunidos.
Enquanto Wikileaks estiver sob ameaça, ameaçadas estarão também a liberdade de expressão e a saúde de nossas sociedade. Temos de usar esse momento para articular a decisão diante da qual está hoje o governo dos EUA.
Voltará o governo dos EUA a reafirmar os valores sobre os quais aquela nação foi fundada? Ou o governo dos EUA despencará do precipício, arrastando com ele todos nós, para um mundo perigoso e repressivo, no qual os jornalistas serão para sempre silenciados, pelo medo das perseguições, e os cidadãos serão condenados a sussurrar na escuridão?
Digo que isso não pode continuar.
Peço ao presidente Obama que faça a coisa certa.
Os EUA têm de desistir dessa caça às bruxas contra Wikileaks.
Os EUA têm de cancelar a investigação pelo FBI, contra Wilileaks.
Os EUA têm de se comprometer a não perseguir nem processar nosso pessoal, nossa equipe e nossos apoiadores.
Os EUA têm de prometer, ante o mundo, que nunca mais perseguirão jornalistas exclusivamente porque jornalistas lancem luz sobre crimes cometidos pelos poderosos.
Têm de ter fim todos os discursos insanos sobre processar empresas de jornalismo, seja Wikileaks ou o New York Times.
A guerra do governo dos EUA contra os que apitam e lançam sinais de alarme justificado e legítimo tem de acabar.
Thomas Drake e William Binney e John Kiriakou e tantos outros heroicos guardas avançados, que alertaram para os piores perigos que eles, antes de outros, viram chegar, têm de ser – eles têm de ser! – perdoados e indenizados pelos riscos a que se expuseram e pelos sofrimentos que padeceram, para bem cumprir seu dever, como bons servidores do interesse público.
E o soldado que permanece em prisão militar em Fort Levenworth, Kansas, que a ONU constatou que viveu sob as mais monstruosas condições de prisão em Quantico, Virginia, e que ainda não foi julgado, mesmo depois de dois anos de prisão, tem de ser posto em liberdade.
Bradley Manning tem de ser libertado.
Se Bradley Manning realmente fez o que é acusado de ter feito, então é herói e exemplo para todos nós, e um dos mais importantes prisioneiros políticos do mundo, hoje.
Bradley Manning tem de ser libertado.
Na 4ª-feira, Bradley Manning completou 815 dias de prisão sem julgamento. A lei estipula o prazo máximo de 120 dias.
Na 3ª-feira, meu amigo Nabeel Rajab, presidente do Centro de Direitos Humanos do Bharain foi condenado a três anos de prisão, por um tweet.
Na 6ª-feira, uma banda russa foi condenada a dois anos de cadeia, por uma performance de conteúdo político.
Há unidade na opressão. Tem de haver absoluta unidade e absoluta determinação na resposta. Obrigado.
Obrigado pela coragem de vocês e pela generosidade de espírito.
Na noite de 4ª-feira, depois de essa embaixada ter recebido uma ameaça, e de a polícia ter cercado o prédio, vocês vieram para cá, no meio da noite, e trouxeram, com vocês, os olhos do mundo.
Dentro da embaixada, durante a noite, eu ouvia os policiais andando pelas entradas de incêndio do prédio. Mas sabia que, pelo menos, havia testemunhas. Isso, graças a vocês.
Se o Reino Unido não pisoteou as convenções de Viena e outras, foi porque o mundo estava atento e vigilante. E o mundo estava vigilante, porque vocês estavam aqui.
Por isso, da próxima vez que alguém lhes disser que não vale a pena defender esses direitos tão importantes para nós, lembrem a eles dessa noite de vigília, tarde da noite, na escuridão, à frente da Embaixada do Equador. Façam-nos lembrar como, pela manhã, o sol raiou sobre um mundo diferente, quando uma valente nação latino-americana levantou-se em defesa da justiça.
Agradeço ao bravo povo do Equador e ao presidente Correa, pela coragem que manifestaram, ao considerar o meu pedido e ao conceder-me asilo político.
Agradeço também ao governo e ao ministro do Exterior do Equador Ricardo Patiño, que fizeram valer a Constituição do Equador e sua noção de cidadania universal, na consideração que deram ao meu caso.
E ao povo do Equador, por apoiar e defender sua Constituição. Tenho uma dívida de gratidão também com o pessoal dessa embaixada, cujas famílias vivem em Londres e que me manifestaram gentileza e hospitalidade, apesar das ameaças que todos eles receberam.
Na próxima 6ª-feira, haverá reunião de emergência dos ministros de Relações Exteriores da América Latina em Washington, DC, para discutir essa nossa situação. Sou extremamente grato ao povo e aos governos de Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador, Honduras, México, Nicarágua, Peru, Venezuela e a todos os demais países da América Latina que defenderam o direito de asilo.
Ao povo dos EUA, Reino Unido, Suécia e Austrália, que me deram apoio e força, mesmo quando seus governos me negavam qualquer direito. E às cabeças mais arejadas de todos os governos, que ainda lutam por justiça: o dia de vocês raiará.
À equipe, apoiadores e fontes de Wikileaks, cuja coragem, compromisso e lealdade foram sem iguais.
Minha família e meus filhos, que vivem sem pai, perdoem-me. Logo estaremos novamente reunidos.
Enquanto Wikileaks estiver sob ameaça, ameaçadas estarão também a liberdade de expressão e a saúde de nossas sociedade. Temos de usar esse momento para articular a decisão diante da qual está hoje o governo dos EUA.
Voltará o governo dos EUA a reafirmar os valores sobre os quais aquela nação foi fundada? Ou o governo dos EUA despencará do precipício, arrastando com ele todos nós, para um mundo perigoso e repressivo, no qual os jornalistas serão para sempre silenciados, pelo medo das perseguições, e os cidadãos serão condenados a sussurrar na escuridão?
Digo que isso não pode continuar.
Peço ao presidente Obama que faça a coisa certa.
Os EUA têm de desistir dessa caça às bruxas contra Wikileaks.
Os EUA têm de cancelar a investigação pelo FBI, contra Wilileaks.
Os EUA têm de se comprometer a não perseguir nem processar nosso pessoal, nossa equipe e nossos apoiadores.
Os EUA têm de prometer, ante o mundo, que nunca mais perseguirão jornalistas exclusivamente porque jornalistas lancem luz sobre crimes cometidos pelos poderosos.
Têm de ter fim todos os discursos insanos sobre processar empresas de jornalismo, seja Wikileaks ou o New York Times.
A guerra do governo dos EUA contra os que apitam e lançam sinais de alarme justificado e legítimo tem de acabar.
Thomas Drake e William Binney e John Kiriakou e tantos outros heroicos guardas avançados, que alertaram para os piores perigos que eles, antes de outros, viram chegar, têm de ser – eles têm de ser! – perdoados e indenizados pelos riscos a que se expuseram e pelos sofrimentos que padeceram, para bem cumprir seu dever, como bons servidores do interesse público.
E o soldado que permanece em prisão militar em Fort Levenworth, Kansas, que a ONU constatou que viveu sob as mais monstruosas condições de prisão em Quantico, Virginia, e que ainda não foi julgado, mesmo depois de dois anos de prisão, tem de ser posto em liberdade.
Bradley Manning tem de ser libertado.
Se Bradley Manning realmente fez o que é acusado de ter feito, então é herói e exemplo para todos nós, e um dos mais importantes prisioneiros políticos do mundo, hoje.
Bradley Manning tem de ser libertado.
Na 4ª-feira, Bradley Manning completou 815 dias de prisão sem julgamento. A lei estipula o prazo máximo de 120 dias.
Na 3ª-feira, meu amigo Nabeel Rajab, presidente do Centro de Direitos Humanos do Bharain foi condenado a três anos de prisão, por um tweet.
Na 6ª-feira, uma banda russa foi condenada a dois anos de cadeia, por uma performance de conteúdo político.
Há unidade na opressão. Tem de haver absoluta unidade e absoluta determinação na resposta. Obrigado.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
RETO AGIR
Internauta:
A
campanha começa a esquentar. Os resultados do trabalho que realizamos até aqui,
indicam os objetivos traçados estão sendo atingidos.
As
pessoas nos param e pedem mais informações sobre as propostas que temos. Vamos
continuar o caminho escolhido.
Há
várias ofertas e aparentes oportunidades para que busquemos outras formas e
nichos de divulgação. Devemos resistir as “tentações” e continuar como a estratégia
traçada.
Não
podemos dividir as forças e seguir por caminhos já trilhados por outros, dos
quais sabemos por observação não levarem a nada. O eleitor não é bobo. Longe
disso. Assim, compreendemos que o melhor a fazer é ser direto no ponto e dizer
ao que viemos.
Somos
convidados para rodas de samba, visitações a igrejas evangélicas, obras assistenciais,
seguimentos profissionais, sindicatos cartoriais, etc. Respeitamos todos e
entendemos suas demandas. Quando eleitos, estaremos dispostos a colaborar com o
que for preciso.
Apenas
gostaríamos de ressaltar que há uma estratégia de campanha traçada, devemos confiar
no que planejamos durante bastante tempo. As oportunidades de divulgação das
ideias que defendemos têm que ser analisadas com precisão.
A
congruência com as ideias que pregamos deve ser observada. É o reto agir e o
reto pensar que falava o filósofo grego Aristóteles. A essência da proposta é:
tornar a Cidade do Rio de Janeiro amigável aos ciclistas.
As
consequências da viabilização dessa ideia são muitas. Tais como: preservar o
silêncio, melhorar as condições do trânsito, melhorar as saúde do cidadão,
incentivar o esporte, preservar o planeta, diminuir a poluição e por aí vai.
Não
se trata de uma panaceia para todos os males, mas achamos que uma simples mudança de atitude pode contribuir de
modo significativo para o bem-viver dos cariocas.
Carlos
Pedala. Pedala com você. 23 543
domingo, 12 de agosto de 2012
SILÊNCIO E JOGOS
Internauta:
Hoje,
é dia dos pais. Desejo felicidade a todos. Embora entenda que essas datas são
boas para o comércio, pois devemos expressar nosso amor aos pais, às mães, às
namorada(o)s e a todos, todos os dias.
As
Olimpíadas terminam hoje também. O roteiro foi seguido à risca. No futebol,
ganhamos a prata, ou melhor, perdemos o ouro. Mas valeu. A garotada se
esforçou, por mais que queiramos vencer, perder faz parte do jogo.
O
prefeito foi lá receber a tocha. A bola agora está com a gente. Vamos ver se
daqui a quatro anos a gente melhora um pouco. Devemos sempre manter o otimismo.
Lembrando que as eleições estão chegando. E devemos pensar bem quem serão nossos
representantes quando os jogos olímpicos aqui chegarem.
E
como alguém lembrou: andar de bicicleta é muito mais do que apenas andar de bicicleta.
Pensem sobre isso. E viva o silêncio. Já reparou como ele é eloquente.
Carlos
Pedala. Pedala com você.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
RIO DA BICICLETA
Internauta:
A
campanha parece começar a fazer efeito. Por todos os lugares, onde passamos
habitualmente, as pessoas já nos reconhecem e saúdam a proposta de andar de
bicicleta.
É
de fato uma campanha ecológica. O cansaço natural pelo esforço tem melhorado o
sono e sentimo-nos mais dispostos a cada dia que passa. Várias pessoas se
oferecem para trabalhar com a gente.
Ainda
não estamos na fase de divulgação direta. Trabalhamos com a ideia de uma
divulgação mais geral. Vemos poucos candidatos nas ruas e poucos cabos
eleitorais também.
Algumas
placas e pouquíssima distribuição de santinhos é o que conseguimos observar,
principalmente, no Centro. E um pouco no Aterro do Flamengo aos domingos.
A única
exceção é o candidato a vereador Guaraná. Que está presente por toda a cidade.
Ele tem um grande aparato. A campanha dele é maior do que de todos os outros
candidatos a prefeito juntos.
Nós
vamos continuar pedalando nossa bicicleta e divulgando a ideia de uma Cidade ciclística.
Carlos
Pedala. Pedala com você.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
JUSTIÇA ELEITORAL
Internauta:
Ser candidato não é uma tarefa tão simples. A Justiça
Eleitoral exige grande quantidade de certidões e documentos. Há a necessidade
da homologação pela justiça do seu registro de candidato.
Até aí, tudo certo. Realmente todos temos que comprovar
sermos dignos e cidadãos de bem, antes de tudo, pois se não
comprovamos, não somos.
Comigo se deu um fato interessante. Após ver a publicação do
deferimento de minha candidatura no site do TER-RJ fiquei tranquilo, achando
que estávamos com a candidatura plena.
A partir daí, procurei me dedicar integralmente à campanha.
Ocorre que nessa sexta-feira, decidi visitar o local onde nasci e ainda moram
minha querida Mãe, irmãos e afins. É sempre bom rever os amigos e avisá-los de
nossa candidatura.
Lá, recebi telefonema do PPS para que me dirigisse ao TRE, no
Centro do Rio e procurasse me informar no quarto andar sobre o que estava
ocorrendo com a publicação da homologação da candidatura, uma vez que não a
encontraram o D.O.
No cartório fui informado que de fato havia ocorrido a
homologação e a publicação da mesma. E que o partido não havia visto.
Liguei para o PPS, onde o Sr. Percinoto orientou-me a pedir o
dia da publicação. Voltei ao cartório, onde a funcionária se demonstrou
bastante indignada com a minha petulância. Exasperando-se e falando em voz alta
e alterada que a obrigação de verificar a publicação era minha e do partido e
que eu estava perturbando o trabalho deles.
Com a publicação em punho a funcionaria ordenava que eu olhasse
para ver que não havia ninguém mentindo ou coisa que o valha no cartório.
Perguntava insistentemente se eu tinha visto.
Apenas quando respondi que tinha problemas visuais e não
conseguia enxergar o que estava escrito foi que a mesma voltou a sua
tranquilidade e em tom um pouco mais sereno , porém ainda exasperado disse que eu
procurasse no D.O do dia 30 de julho entre as páginas 65 e 67 do mesmo. E repetindo que era obrigação minha e do partido verificar a publicação.
Dirigi-me então à sede do partido, onde verificamos o erro no
número de nossa candidatura. A publicação foi homologada com o número 22.543 e
não 23.543.
Esse pequeno equívoco fez o meu nome não constar no rol dos
candidatos do PPS o que originou a confusão. Orientado pelo partido redigi
carta de próprio punho direcionada ao juiz eleitoral pedindo a correção. No cartório
me informaram que não faria diferença, pois havia outro número correto na publicação.
O que você acha eleitor, deveria ou não me preocupar?
Carlos Pedala. Pedala com você.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
OS CARIOCAS
Intenauta:
A
campanha continua a toda. Estamos pedalando pelo Centro. O bairro é bastante
movimentado. A falta de educação de alguns motoristas é a maior dificuldade que
encontramos.
Hoje,
já na volta, na praia do Flamengo, em frente ao número 200, fomos fechados por
um carro que resolveu estacionar na nossa frente. Era como se não existíssemos.
Esperamos uma passageira descer para a motorista resolver nos deixar passar.
Andar
de bicicleta é de fato perigoso nas ruas do Rio de Janeiro. Falta educação aos
motoristas, aos pedestres e aos próprios ciclistas. Nem nas ciclovias
encontramos uma segurança adequada, tendo em vista a falta de educação geral.
Algumas
faixas ou ciclofaixas já ajudariam bastante. Para quem não sabe, ciclofaixa é
uma linha pintada na rua de uso preferencial pelas bicicletas. Os carros não
podem estacionar em cima delas.
Todavia,
mesmo com todas essas dificuldades temos encontrados incentivadores e apoiadores
por onde passamos. O que indica que estamos no caminho certo. Várias pessoas
acham que o Rio deve se tornar uma cidade ciclística.
E
outros populares gritam nosso nome. Não sei se isso acontece com outros
candidatos. É bem gratificante esse tipo de incentivo que parte de todas as
camadas da população. Domingo passado, um senhor no Leblon gritou: - Avante, Carlos Pedala! Não é bacana o
povo carioca!
Carlos
Pedala. Pedala com você.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
ÓPERA PRIMA
Internauta:
A
Justiça Eleitoral finalmente deferiu o registro de nossa candidatura. Agora,
estamos oficialmente candidatos.
Já
fizemos a primeira prestação de contas e gravamos o anúncio para a TV. A locação
foi feita na produtora Ópera Prima. A turma é meio descabelada (indústria criativa,
não é?) e cheia de bossa.
O
clima é descontraído e profissional, percebemos estar tratando logo com gente
séria e antenada. Como o Paulo, ciclista, que tem a ideia bem clara sobre os
problemas que enfrentamos nos deslocamentos diários pela Cidade.
Recebemos
dicas de como atuar nas redes sociais e conselhos sobre as melhores práticas.
São
só cinco segundos de vídeo. Não dá para dizer muito. Mas sempre é bom para
lembrar a todos que nos conhecem que estamos na luta.
Assim,
agradecemos ao PPS, a Norma, em especial, e a toda galera da Ópera Prima. Valeu
a dedicação e o empenho. Muito obrigado!
Carlos
Pedala. Pedala com você.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
UWCT E CAMPANHA
Internauta:
A
campanha em cima da bicicleta está fazendo enorme sucesso. As pessoas de modo geral acham engraçado o nome “Carlos
Pedala” e demonstram isso ao pronunciarem o mesmo quando passamos.
Ontem,
pedalamos o dia inteiro. Já por volta das 7:00hs da manhã, estávamos em frente
ao sambódromo para assistir a partida da etapa do campeonato mundial amador de
bikes - UWCT. A saída foi pontual.
Todavia,
achamos o local e o horário não apropriados. Só conseguimos chegar em cima da
hora. Ficamos com receio de sair tão cedo. Havia mais ciclistas do que público
assistindo.
Não
é um local adequado, nem o horário também o foi. Ninguém vai acordar às cinco
da manhã no domingo para assistir ciclistas na Presidente Vargas. O esporte
ainda não atraí o grande público.
Precisamos
trazer esses eventos para o Aterro do Flamengo. Como acontece quase todo
fim-de-semana com as corridas rústicas. É a melhor forma de divulgar o esporte
e o ciclismo como um meio de transporte.
Pelo que pudemos perceber, houve dificuldade da organização com relação ao local e hora. Talvez, as autoridade ainda não estejam suficientemente consciente da importância desses eventos para o desenvolvimento do ciclismo em nossa Cidade.
Pelo que pudemos perceber, houve dificuldade da organização com relação ao local e hora. Talvez, as autoridade ainda não estejam suficientemente consciente da importância desses eventos para o desenvolvimento do ciclismo em nossa Cidade.
Vamos
assumir esse compromisso. Fazer do esporte uma forma de divulgação da atividade
ciclística. Então, precisamos pedalar.
Carlos
Pedala. Pedala com você.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
CHICO DA CURIMBA
Internauta:
O
jingle da campanha ficou ótimo. Os músicos são da melhor qualidade e o
resultado não poderia ser outro.
Recebemos
diversas demonstrações de apoio e manifestações afetuosas como a proposta que
estamos transmitindo.
É
uma energia muito positiva a que estamos recebendo. Ouvimos também criticas à atuação dos vereadores. Lembramos sempre que a atividade do vereador é bem
limitada.
O
legal de estar na rua é encontrar diversos amigos. E conhecer outras tantas
pessoas. É bem divertido. As pessoas entendem de modo bem fácil a proposta. E o
Chico da Curimba, aquele da música do Zeca Pagodinho e Dudu Nobre, junto-se a
nós.
A
campanha ganhou uma dimensão significativa. Foi o Chico que
emprestou a voz ao jingle. Ficou o creme
de la creme. Afinal, estamos falando da nata do samba carioca. Só
profissional e gente da melhor qualidade.
Nas
ruas a qualidade musical é percebida. O astral fica lá em cima. É muito legal.
Andamos de bicicleta o dia inteiro. Dá um cansaço, mas está sendo divertido.
Carlos
Pedala. Pedala com você.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
VAMOS PEDALAR
Jingle
Vamos Pedalar
Letra: Filipe, Pedro e Carlos
Pedala
Música: Rafa, Levi e
Chico da Curimba
Pe-pe-Pedala. (2x)
Carlos Pedala.
Pedala com você.
23.543.
Ele é o Cara.
Ele é o Cara.
Fala: educação,
saúde e bem-viver.
23.543.
Pedala. Pedala. Pedala.
Carlos Pedala.
Pedala com você.
23.543.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
JINGLE
Internauta:
Acabamos
de chegar da jornada de campanha ciclística. Já dissemos que fazemos uma
metacampanha, pois a campanha já é a proposta. Basicamente andamos de bicicletas,
divulgado nosso nome.
Essa
é a primeira fase da campanha. Consiste na divulgação do nome de candidatura e
do número ao máximo dentro da nossa área escolhida para propagação.
Hoje,
no Leblon, fomos indagados pelo Sr. Paulo e Senhora. Eles perguntaram qual era
nossa proposta. Dissemos: tornar o Rio uma cidade mais amigável ao transporte
através das bikes.
Eles
sugeriram que ampliássemos para os cadeirantes. Já que tinha sido de marinha, havia
viajado o mundo inteiro e acha que precisamos evoluir muito, mas muitíssimo
mesmo.
Dissemos
ser otimistas, para nós o Brasil como um todo havia melhorado bastante desde o tempo
em que éramos jovens até os dias de hoje.
Eles
argumentaram ainda que é um absurdo os políticos se aposentarem com apenas
quatro anos de mandato. E a corrupção deveria ser combatida com extremo rigor.
Um
vento forte interrompeu a conversa, despedimo-nos e eles desejaram boa sorte.
No
caminho de volta. Dois ciclistas que passaram por nós gritaram: - Pedala! Foi como
um reconhecimento do esforço e trabalho empreendido. Às vezes, é bem legal
fazer política.
As
bicicletas apresentaram algumas falhas técnicas. Precisam de manutenção. Vamos
descansar à tarde. À noite iremos gravar o jingle. O Chico da Curimba, aquele
da música do Zeca Pagodinho e Dudu Nobre e quem vai comandar a festa.
Carlos
Pedala. Pedala com você.
A CAMPANHA A VEREADOR
Intenauta:
Esse
blog se propõe a divulgar minhas ideias e impressões sobre a campanha política
nas eleições de 2012. Sou candidato a vereador pelo PPS na Cidade do Rio de
Janeiro.
Eu
adoro viver no Rio, tenho grande orgulho de ser carioca, muito embora tenha
plena consciência dos problemas vividos pela Cidade.
Os
reflexos históricos da formação do país, o processo de constituição do estado
brasileiro e da nação se refletem em todos os cantos da cidade.
Como
você já deve ter percebido, escolhi a bicicleta e o ciclismo como base da minha
plataforma política. Não existe apenas um motivo para tal decisão.
Não
sou atleta, apenas tomei consciência através da prática - vou trabalhar todos
os dias de bike (Flamengo ao Centro) – do significado que essa rotina teve na
minha vida e pode ter na vida da urbe.
Assim,
devido à percepção da necessidade de uma atuação mais consistente dentro da
área política estou aqui.
Decidi
me filiar a um partido. O Partido Popular Socialista – PPS, pois no nosso
entendimento era um partido de centro-esquerda, e ali poderia me sentir a vontade em relação à ideologia e ideias defendidas pelo grupo.
Na
época da escolha, o PPS era oposição, no meio do processo eleitoral houve a
coligação com o PMDB.
Existiam
duas possibilidades simples: ficar ou largar. Preferi continuar no processo
eleitoral, pensei bastante. A decisão foi baseada no fato de não haver por
minha parte uma rejeição efetiva ao Candidato da situação: Prefeito Eduardo
Paes.
Conheço-o
pessoalmente há bastante tempo. Não concordo com tudo que ele fez ou pensa.
Porém, como prefeito, acho que foi atuante. Assim, estou aqui.
Carlos
Pedala. Pedala com você.
Assinar:
Comentários (Atom)





.jpg)










